quarta-feira, 28 de abril de 2010

Não sou eu

Não sou eu quem foge, que se aproxima pra logo em seguida sair em disparada.

Não sou eu quem se declara e em seguida entra numa zona de silencio profundo.

Nem mesmo sou eu quem descobre que ama e ao mesmo tempo despreza.

Não sou eu em minhas incoerências, que são muitas, que briga contra o destino e meu coração.

Carlos Eduardo Bronzoni
28 de abril de 2010

Paixão


Quero saciar meu desejo,
E te dar todo meu carinho,
Quero te roubar um beijo,
E fazer de teu colo meu ninho.

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Esse frio de ti eu tenho na minha alma,
Não há casaco e nem edredom a resolver.
A única coisa que me tranquiliza e acalma,
É o calor que sinto de teu corpo e me aquece.

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Sou parte e sou o todo,
Tu és a minha melhor arte,
És a Luz de mim parte,
Tu és o Céu, eu apenas o lodo.

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O teu carinho é meu esteio,
Este sorriso que me ilumina.
Quero o aconchego de teu seio,
E te acalentar, minha menina.

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Estes olhos são olhos que veem a alma.
E teu sorriso essa força que conforta e acalma.
Traz as lembranças um tanto distante e perdida,
Do tempo que sonhava contigo, uma linda menina.


Carlos Eduardo Bronzoni
28 de abril de 2010

Minha amada

Olhe, minha amada, meu coração.
São por teus olhos que ainda vivo,
É neles aonde atenção eu crivo,
E deposito minha mais bela expressão.

Carlos Eduardo Bronzoni
27 de abril de 2010

Se

Se eu não puder dizer mais que te amo,
Se me for proibido dizer o quanto gosto de você,
Minha vida toda será um grande engano,
Porque não saberia mais viver se te perder.

Eu me encanto com cada gesto, suave ou brusco.
Em cada fresta e cada canto é tua luz que busco;
São sinais do teu amor que eu quero agora e sempre,
Para poder ser contigo uma só chama do amor vivente.

Carlos Eduardo Bronzoni
24 de abril de 2010.

Me aqueça

Não tenho como não te amar.
Nem me peça para te esquecer.
Por ti irei a qualquer lugar.
E os Dragões irei de vencer.

Carlos Eduardo Bronzoni
23 de abril de 2010.

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Te amo


Te Amo
Eu te amo, simples assim,
Sem complicações,
Um amor sem começo e nem fim.

Carlos Eduardo Bronzoni
21 de abril de 2010

O amor humano


Narciso, personagem do mito grego, não estava imbuído de amor, mas estava abarrotado de vaidade. Não amava a si mesmo, mas estava obsecado pela própria imagem, essa é a lição da fábula.

O amor não é perfeito e nem nasce pronto. Quem vê em si mesmo e seu próprio amor completo e imutável apenas tem paixão.

A paixão que é monolítica, mas também dura e opaca.

O amor surge como uma semente e enfrenta as vicissitudes do tempo, para só então dar frutos.

As nossas exigências egoístas de querer dar ao amor unicamente a dimensão de Deus é o grande equivoco que nos impede de sua descoberta e vivencia.

Prescindimos de vivenciar o amor humano, com todas suas aparentes falhas, para que à medida que o lapidamos ele se mostre em toda sua grandiosidade e beleza.

Assim como ninguém chega ao topo da montanha sem começar a caminhada da base, assim é também o amor, à medida que vamos seguindo através de nossa Caminhada.

Carlos Eduardo Bronzoni
20 de abril de 2010

Um pequeno feixe de luz é a plena Luz


Não há quem não tenha uma nesga de amor para dar, por pior que possa parecer ou se mostre tão carente que lembre um deserto. Ninguém é fonte totalmente seca, por menos que pareça tem sempre há algo a oferecer.

As pessoas, queiram ou não, estão ligadas eternamente a fonte inesgotável de amor que é Deus, ainda que pareça uma rocha dura e opaca, ainda ali tem guardado a essência sublime.

Um pequeno feixe de luz é a plena Luz, substância primeira, a qual Platão já se referia e a Ciência não tem instrumentos para medir. É o que sustenta o Espírito sobre as águas e é o que vincula cada ser da Natureza, dos Arcanjos ao átomo.

Carlos Eduardo
19 de abril de 2010

Seu beijo


Quero teus beijos
E teus abraços,
Quero tua presença,
E deitar em teu regaço.

Carlos Eduardo Bronzoni
19 de abril de 2010

Saudade


Os meus olhos só fitam os teus
Minha saudade pertence apenas a ti.
Eu me sinto como Prometeu,
Eternamente acorrentado, querendo partir.

Carlos Eduardo Bronzoni
16 de abril de 2010.

O tempo presente

O amor pleno não é apenas quando se expressa em poesias, mas também em prosa.

Em minha opinião essa busca angustiante do amor só acontece quando esse amor não tem raízes firmes na alma de quem busca.


Não sei se o amor é como uma rosa sem espinhos, já os espinhos não são inúteis e nem se é amor mesmo quando apenas amamos a quem nos ama.


A questão não é essa, mas temos que saber como amar a quem nos ama, como amar a quem não nos ama ou mesmo nos rejeita ou não gosta de nós.


Devemos conjugar o amor no presente, mas também “conjugar” o “eu me amo”, porque sem se amar intensamente (não confundir com egoísmo) não poderemos amar a mais ninguém.


Carlos Eduardo Bronzoni

13 de abril de 2010

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Te amo


Te amo te gosto.
Não importa o jeito.
Nem o certo ou oposto
Ou mesmo saber direito.

Carlos Eduardo Bronzoni
7 de abril de 2010

O que fazer


Quem olha esta menina,
Mais bonita que não sei o que.
Nunca mais terá a mesma rotina,
Nem saberá o que fazer.

Carlos Eduardo Bronzoni
7 de abril de 2010

Para Sempre


Ainda que a chuva dure uma vida toda,
Que nunca mais o Sol apareça,
E mesmo o dia se torne uma eterna noite,
É o teu amor que eu quero para sempre!

Carlos Eduardo Bronzoni
5 de abril de 2010.

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